Mais do que nunca precisamos reforçar os cuidados com a higienização e desinfecção de ambientes. Veja como realizar esse processo de maneira segura e eficaz!

 

O novo coronavírus (Covid-19) colocou o mundo em total estado de alerta, de modo a mudar radicalmente nosso comportamento para nos preocuparmos com a higienização pessoal e física. Exemplo disso é o cuidado com a desinfecção de ambientes.

Um fato é que nosso bem-estar está em risco a todo momento e muitas vezes isso é ignorado.

Por isso, é fundamental conscientizar a importância de manter os locais limpos e devidamente higienizados, pois todos os dias somos expostos a milhares de bactérias, fungos e vírus.

Mas ainda bem que existem formas eficientes para o combate às ameaças invisíveis por meio da desinfecção de ambientes. Vamos juntos descobrir como fazer isso da forma correta?

 

O que é Desinfecção de Ambientes?

A desinfecção consiste no processo de destruição de microrganismos na forma vegetativa, principalmente patogênicos – aqueles capazes de transmitir doenças infecciosas – presentes em um ambiente, objeto ou superfície.

Esse procedimento de eliminação pode ser feito através de determinados produtos químicos ou meios físicos.

Dessa forma, a desinfecção de ambientes cumpre com eficiência a missão de tornar locais de trabalho ou residências livres de agentes nocivos à saúde.

Mas para realizar essa prática é necessário seguir métodos e utilizar produtos especiais para destruir bactérias, fungos e vírus.

 

Tipos de Desinfecção

A ANVISA caracteriza a desinfecção de ambientes em três níveis: alto, intermediário e baixo.

O ato de desinfectar em alto nível pode ser compreendido como processo físico ou químico, que destrói a maioria dos microrganismos de artigos semicríticos, inclusive micobactérias e fungos. Exceto um número elevado de esporos bacterianos.

A desinfecção intermediária elimina microrganismos patogênicos na forma vegetativa, micobactérias, em sua maioria vírus e fundos, de objetos inanimados e superfícies.

Já a desinfecção de ambientes de baixo nível é indicada apenas para itens não-críticos e superfícies. Uma vez que não há ação sobre esporos, nem sobre certos tipos de vírus e fungos.

 

Quais produtos devem ser utilizados?

Essa com certeza é uma questão que gera muita dúvida. Mas fique tranquilo, iremos explicar de modo simples a importância de escolher as substâncias adequadas. Olha só!

Quando falamos de agentes químicos, todo cuidado é bem-vindo. Entre os disponíveis no mercado, podemos destacar o álcool etílico 70%, fenóis, hipoclorito de sódio, quaternário de amônio (para desinfecção de superfícies).

Para realizar a desinfecção de ambientes, devem ser usados produtos específicos a base de Quaternário de Amônia e de Peróxido de Hidrogênio, com ativos bactericidas que promovem alto desempenho e exterminam um amplo espectro de microrganismos.

Fora a necessidade substancial, os produtos devem cumprir as normas das autoridades sanitárias e ambientais. Respeitando sempre as propriedades exigidas e licenciadas pelos órgãos regulamentadores.

 

Afinal, como realizar a desinfecção de ambientes?

Com os produtos certos em mãos, é hora de partir para a ação!

1. Priorize a limpeza e desinfecção de superfícies

Por se tratar de um vírus altamente transmissível, o Covid-19 foi o grande responsável por reforçar os protocolos de higienização pelo mundo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é preciso que todas as áreas fixas e equipamentos sejam limpos e desinfectados em uma frequência maior para combater o vírus.

Cada local, objeto e superfície exige um tipo de limpeza, como:

  • Utilizar de maneira adequada os Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
  • Não varrer as superfícies a seco — essa atitude contribui significativamente para que haja dispersão de microrganismos;
  • Limpar os pisos utilizando a técnica de varredura úmida;
  • Ter cuidados especiais para pacientes que estejam em isolamento, com kits exclusivos de limpeza;
  • Estabelecer em protocolo sobre a frequência de limpeza;
  • Ter atenção especial quanto às superfícies mais tocadas por pacientes e profissionais (maçanetas, por exemplo).

 

2. Contrate profissionais especializados ou tenha ciência dos principais protocolos de higienização

A exposição aos riscos de contaminação pode ser tornar ainda mais vulnerável quando não há uma conduta legal a ser seguida. Ou seja, os profissionais ou responsáveis por executar a desinfecção de ambientes devem estar alinhados ao atual contexto de higienização.

É interessante reforçar os cuidados com a limpeza por meio de manuais ou passo a passo simples, para não esquecer. Além disso, é indispensável lembrar a importância em manter as mãos limpas em tempos de pandemia.

 

3. Faça a desinfecção dos equipamentos e objetos na mesma frequência!

Tudo o que tocamos acaba sendo alterado. Por mais que o ambiente esteja devidamente higienizado e limpo, trazemos agentes externos para dentro do ambiente.

Seja na superfície, computador, mesma, caneca ou até mesmo o celular. Vale dedicar mais atenção e empenho para manter esses itens higienizados diariamente.

 

Desinfectar pode Salvar Vidas, sabe por quê?

Ainda está em dúvida sobre a importância da desinfecção de ambientes? Ela é indispensável no controle de doenças.

Mas para isso, é preciso realizar o processo de modo periódico. Não apenas em hospitais, mas também em empresas, residências e outros locais com grande circulação de pessoas.

Onde há pessoas, podem haver agentes infecciosos os rondando. Então é melhor não arriscar, não é mesmo?

Afinal, ao encontrarmos outras pessoas e a cada espaço que visitamos, entramos em contato direto com novas bactérias e vírus. Não tem jeito.

Eles acabam sendo levados para a nossa casa ou trabalho, infectando outras pessoas das mais diversas formas. E é aí que a desinfecção entra em cena para combater a transmissão de doenças.

Vale destacar que além do processo de limpeza e desinfecção de ambientes, o Ministério da Saúde reforça os cuidados pessoais diante a pandemia que estamos enfrentando.